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sábado, 28 de novembro de 2015

Discipular: Mais do Que um Pregador da Internet

Pregar e ouvir o evangelho não são o bastante.

Jesus não apenas pregava o evangelho – ele o mediava. À medida que ele ensinava e servia de modelo ao evangelho da graça, o evangelho era mediado por meio dos seus relacionamentos de carne e sangue. Ele não confiava apenas nas ondas sonoras de sua voz do topo da montanha. Ele sempre descia do monte, direto para a bagunça dos pecadores do dia-a-dia. Jesus estava afeiçoado aos discípulos, os quais estavam afeiçoados uns aos outros. O evangelho se tornou viral por meio da carne e do sangue, não do silício e dos megabytes. Ele mediou o evangelho do Pai, do Filho e do Espírito Santo por meio de relacionamentos do tipo pai-e-filho com outros. A sua encarnação não foi apenas para carregar a cruz, mas também para se tornar uma pessoa a quem os seus discípulos pudessem imitar.

Paulo também trouxe o evangelho à terra ao lidar com as facções e a escatologia excessivamente realizada em Corinto. A igreja estava mais voltada para personalidades do que para pessoas de verdade, guiada por personas em vez de “geradas” por mentores que pudessem imitar. Escrevendo à igreja, Paulo contrasta os preceptores com os pais: “Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (1 Coríntios 4.15-16). Preceptores eram tutores contratados, ligados aos seus estudantes pelo dinheiro. Pais, contudo, são líderes relacionais, ligados aos seus filhos pelo amor. Paulo também chama a igreja a mediar o evangelho por meio de relacionamentos próximos e imitáveis.

Portanto, não é suficiente identificar-se com um preceptor do evangelho. Autores favoritos, pregadores e mestres não são suficientes para o discipulado. Mestres contratados e relacionalmente desafeiçoados não podem substituir pais afeiçoados e amorosos. Na tradição de Jesus e Paulo, a igreja precisa desesperadamente de recuperar um evangelho relacionalmente mediado. Precisamos de pais, não apenas de preceptores.

De quem é a culpa: internet ou pastores?

Atualmente, muitos cristãos se identificam com pregadores específicos por meio de podcasts ou sermões online. Ouvir esses sermões pode ser um tremendo benefício para o crescimento cristão e a profusão do evangelho. Contudo, nas mãos de pecadores, sermões online também podem se tornar um obstáculo ao crescimento. Os ouvintes podem ficar tão apegados a um pregador de fora da sua igreja que passam a se identificar menos com aqueles de dentro da sua igreja. Eles adquirem um evangelho tecnologicamente mediado, não um relacionalmente mediado.

Quando isso ocorre, os discípulos retardam o seu crescimento e a missão da igreja. Eles põem a doutrina acima da vida, em vez de cuidarem juntamente da vida e da doutrina (1 Timóteo 4.16). Quando o discipulado é dominado pela doutrina, ele tende a produzir “atletas de sofá”. Os discípulos tentam ditar as jogadas, criticando pastores locais por não serem como outros pregadores “celebridades” ou por não “fazerem igreja” como certos líderes. A comparação da internet (não a internet em si) mina a centralidade da igreja local. Em vez de ativamente procurarem líderes locais para serem discipulados, os membros de igreja passivamente ouvem os sermões de outros pregadores. À medida que “incontáveis preceptores” são reunidos em listas de reprodução de podcast, o discipulado local entra em declínio. Essa “comparação da internet” compromete o impulso discipulador do evangelho. Ela produz mais preceptores e tietes do que pais e filhos. E, o que é pior, ela representa de modo distorcido o evangelho do Deus que faz discípulos.

De quem é a culpa por essa crise? Da tecnologia? O magnata da comunicação General David Sarnoff observou: “Nós somos muito propensos a fazer dos instrumentos tecnológicos bodes expiatórios dos pecados daqueles que os utilizam”. A culpa não é da internet; é nossa. Desviar a culpa para a tecnologia não ajudará nossas igrejas a levantarem pais espirituais que discipulem outros. Pastores e não pastores confundem uma dieta de informações teológicas com um discipulado da vida como um todo. Como resultado, nós enfrentamos uma escassez de fazedores de discípulos em meio a um banquete homilético.

Tanto pastores como igrejas precisarão se arrepender.

Arrependimento para as igrejas

Há discípulos nas igrejas locais que precisam se arrepender da comparação com líderes-celebridades. Alguns precisarão confessar aos seus líderes. Outros simplesmente precisarão mudar. Estabelecendo um novo rumo, eles devem passar a afirmar a liderança de seus pastores locais e buscar maneiras de se engajarem na missão da igreja de fazer discípulos. Reconhecendo que Deus designou presbíteros e líderes para o seu bem, os discípulos devem buscar localmente um pai, ou pais, no evangelho. Esses pais no evangelho os ajudarão a crescer na graça e no conhecimento de Jesus. Procure um “pai” entre aqueles mais maduros na fé, líderes de pequenos grupos ou ministérios, ou pastores.

Em vez de buscar uma multidão de preceptores para informação, os discípulos devem procurar (e um dia se tornar) pais que discipulam para a imitação.

Embora a tecnologia em si não seja a culpada, a tecnologia pessoal certamente promove o consumidor individual. Ken Myers observa que, no Ocidente, a identidade do “discípulo de Jesus” foi substituída pelo “consumidor soberano”. Enquanto consumidores soberanos, nós escolhemos nossas influências sem nos importarmos com as influências soberanamente designadas por Deus. Nós escolhemos a teologia da internet em vez do discipulado pastoral. Nós preferimos informação isolada a transformação relacional. Embora os pecados do consumismo individualista da comparação evangélica sejam nossos, o ambiente da internet, nos quais se confia excessivamente, de fato trazem consigo esta mensagem: “Discipulado informacional é tudo de que eu preciso”.

Arrependimento para os pastores

Pastores que oferecem informação teológica à custa de relacionamentos genuínos também precisam de arrependimento.

Amigos pastores, a nossa teologia deve discipular. Ela deve se expressar em relacionamentos intencionais de mentoria. Nosso chamado é para pastorearmos não apenas por meio da pregação, mas também com pessoas. Nossos rebanhos ouvem nossos incontáveis sermões, mas será que eles têm muitos pais? Será que estamos priorizando a informação teológica, em detrimento da imitação paternal?

Jesus poderia ter transmitido o evangelho jogando uma Bíblia do céu, lançando um podcast infalível, reunindo seguidores no Twitter ou projetando hologramas de si mesmo em cada vila e cidade. Mas ele não o fez. Ele escolheu a carne, o toque, a visão, o cheiro e a presença humana. O Filho de Deus se tornou um pai espiritual para doze discípulos, a fim de transmitir o evangelho pela carne e pelo sangue. Ele nos chama a fazermos o mesmo. A pregação tecnologicamente mediada – e até mesmo a pregação em pessoa – não é o suficiente. As pessoas precisam ver o evangelho ao vivo e ouvi-lo em um “estéreo” relacional. Elas precisam da nossa presença corporal, com todas as nossas imperfeições. Os discípulos precisam de encorajamento com pulmões e de correção com coração. Todos nós precisamos de pais no evangelho que nos ajudem a imitar Jesus.

Como imitar: pais no evangelho

Talvez você esteja se perguntando: “O que é um pai no evangelho?”. Paulo via a si mesmo como um: “Eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus” (1 Coríntios 4.15). Um pai (ou mãe) no evangelho é alguém que assume a responsabilidade espiritual pelo crescimento de um discípulo (1 Tessalonicenses 2.7-14). Esse relacionamento ocorre quando nos unimos a alguém por meio do evangelho. Não começa porque o pai seja superior em moralidade, experiência ou espiritualidade. Começa por um compromisso comum e jubiloso com a superioridade de Jesus e sua incomparável graça para conosco. O evangelho conecta o pai ao filho, a mãe à filha em uma identidade compartilhada em Cristo Jesus.

Quando nos arrependemos e cremos em Jesus, somos convertidos não apenas ao seu senhorio, mas também somos inseridos em sua família. Essa família se assemelha a circuitos interconectados, religados a uma nova rede de relacionamentos energizados pela graça. Quando a graça está ausente, a rede se arrasta e desconecta. Pais são separados dos filhos e mães, das filhas. Os preceptores dominam. A disfunção familiar penetra sorrateiramente. O evangelho, contudo, oferece uma inacabável fonte de alimentação de graça para fortalecer os relacionamentos familiares. É por isso que precisamos não apenas de pais, mas de pais no evangelho.

Pais no evangelho são modelos de Cristo

Pais no evangelho assumem a responsabilidade por outros ao dar a seus discípulos um modelo a ser imitado. Como um pai no evangelho, Paulo exorta seus discípulos: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (1 Coríntios 4.15; cf. 2 Tessalonicenses 3.7, 9). O autor de Hebreus recorda à igreja: “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram” (Hebreus 13.7).

A imitação é indissociável da família. Minha filha de um ano torce os lábios do mesmo modo que eu faço quando estou pensando. Meu filho de sete anos ama explicar as coisas como eu faço, usando as mãos e tudo o mais. Como pais no evangelho, nós temos uma responsabilidade de mostrar à igreja como é seguir Jesus. Nós devemos ser modelos de Cristo. Para que as pessoas nos imitem, nós precisamos passar tempo com elas. Um encontro ocasional não funcionará. As pessoas precisam compartilhar da nossa vida, assim como da nossa fé. Elas precisam ver nossas lutas, assim como ouvem nossos sermões.

Como um pastor, as pessoas com quem passo a maior parte do meu tempo informal geralmente se tornam pais no evangelho, líderes e pastores. Por quê? Porque tempo compartilhado os expõe a um modelo de Cristo o qual, pela graça de Deus, eles podem imitar com confiança. Eles vêem Cristo por meio do modelo. Eles observam o quão desesperadamente eu preciso do evangelho da graça para refletir a imagem de Jesus. Eles me vêem frustrado e cheio de fé, desencorajado e confiante.

Quando pais no evangelho compartilham suas vidas com outros, o modelo se torna tangível e alcançável.

Fale a verdade do evangelho e ofereça um modelo

Pais também falam a seus discípulos a verdade do evangelho. Eles instruem seus filhos e lhes dão algo para imitar. Preceptores não podem oferecer imitação, porém pais sim. Pais que são presentes são os pais a quem queremos ouvir. Quando somos presentes, nossas palavras têm mais significado. Pais no evangelho vão fundo na vida das pessoas para lutar com elas e por elas na vida. Nossa experiência e exemplo não são suficientes. Elas precisam do evangelho da graça aplicado em áreas concretas e práticas de dificuldade.

Um dos homens com quem regularmente passo tempo é um profissional do campo da tecnologia. Em sua nova posição, ele se achava continuamente frustrado. À medida que fomos removendo as camadas por meio de refeições, orações e vidas compartilhadas, discernimos que ele ficava sumamente frustrado quando seu chefe desaprovava seu trabalho. Aquele exigente chefe tornava difícil que ele trabalhasse em paz. Como resultado, ele oscilava entre um senso de excessiva confiança ou de falta de confiança, a depender de como seu chefe o abordava. Eu compartilhei como a minha confiança na pregação às vezes tinha altos e baixos, a depender de como a igreja respondia. Ele ficou surpreso. Também compartilhei como eu havia encontrado grande confiança em Cristo, pois a Escritura me lembrava que, embora eu fosse inadequado para a pregação, o Espírito de Deus me tornava mais do que adequado (2 Coríntios 2.4-6). O Espírito me lembra de que a minha aprovação vem por meio de Cristo, não da igreja. Semelhantemente, a aprovação do meu amigo estava segura no evangelho, o qual o liberta para trabalhar por causa da aprovação em Cristo, não da aprovação do seu chefe. Como resultado, a nossa confiança não sobe e desce pelo que as pessoas pensam, mas descansa com segurança no que Cristo pensa. Trabalhando juntos ao longo de 1 Coríntios, fomos surpreendidos por esta promessa: “tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus” (1 Coríntios 3.23-24). Nós temos tudo de que precisamos embrulhado no amor e na aprovação do Pai e do Filho! Agora, nós encorajamos um ao outro regularmente com essa verdade do evangelho. Ao compartilhar a minha vida como um modelo, juntamente com falar-lhe a verdade do evangelho, fez com que meu “filho espiritual” enfrentasse o desemprego notavelmente bem, mediante uma confiança mais profunda em Cristo.

Ao discipular outros, precisamos estar presentes o suficiente para fornecer um modelo, mas também precisamos ser verdadeiros o suficiente para apontar-lhes Cristo. Como bons pais, nós precisamos assegurar a nossos discípulos que eles são amados e aceitos independentemente do seu sucesso em nos imitar. Por meio desse tipo de relacionamento, outros podem ver que o evangelho da graça é suficiente para nos conduzir tanto pelo fracasso como pelo sucesso.

De que precisamos

Se a igreja há de crescer, pais devem estar presentes para serem imitados. Discípulos precisam buscá-los. Precisamos encontrar tempo com homens e mulheres que possam mediar o evangelho a nós. Pastores e líderes de igreja devem ir além de apresentar a verdade, oferecendo um modelo. A igreja precisa da verdade do evangelho e de modelos relacionais. Precisamos do evangelho mediado por pais, não apenas preceptores.

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Texto de Jonathan Dodson

Tradução: Vinícius Silva Pimentel
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A importância da Apologética Virtual e a Ortopraxia

Há quase um ano parei de escrever assiduamente na internet. Eu quis dar um tempo. Precisava gastar mais dias lendo do que produzindo. Necessitava corrigir alguns erros e redefinir a forma pela qual eu continuaria a usar as redes sociais e o meu blog.

Esta semana a luz do candiêro reacendeu. Fiz algumas reflexões no que diz respeito à importância de não atracarmos o “barco virtual” que navega nos oceanos do mundo e que é habitado por pecadores salvos pela graça. Relembrei que vivemos em tempos onde a guerra cultural impera nas redes sociais, onde se multiplicam os falsos evangelhos, mas também, onde muitas pessoas carentes da liberdade em Cristo continuam a procura de boias para dar significado as suas existências. E como bem disse um escritor português, “um povo que lê nunca será um povo escravo”, eis a importância de materiais cristãos na internet.

Eu poderia gastar letras enumerando os pontos negativos das redes sociais e internet, bem como dos comportamentos insalubres de muitos cristãos que fazem o mau uso dela (isto fica para uma outra oportunidade). Mas, resolvo essa questão reconhecendo que, de fato, esse é um tema merecedor de uma boa reflexão, bem como, fazendo uma paráfrase das palavras de John Piper quanto àqueles que deixam de viver a vida e o Evangelho por causa da internet e suas demandas:
“Eu não acho que o Senhor dirá a alguém no Dia do Julgamento: “eu nunca te conheci porque você usou mal as ‘redes sociais’. Mas ele pode dizer: “eu nunca te conheci, porque você amou mais ‘as redes sociais’ do que a mim”.
Neste pequeno texto, quero focar apenas na importância de continuarmos a produzir material cristão e apologético para a internet. Edmund Burke, um político Irlandês bem disse que “para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados”, portanto, lembremos que a igreja é coluna e baluarte da Verdade, como escreveu Paulo a Timóteo em 1Tm 3.15, por isso não podemos ignorar que os espaços virtuais ainda são uma plataforma importantíssima para a propagação da verdade a fim de libertar os homens da escravidão (Jo 8.32).

Neste árduo exercício de fazer apologética nas redes sociais, sites ou blog, a primeira coisa que não podemos esquecer é de nos reavaliarmos a fim de descobrir se não estamos sendo tentados a digitalização da piedade, a saber, que, não é a produção virtual que deve ter primazia sobre a nossa vida real cotidiana, e sim o contrário. Isto porque, observamos que, quando Paulo se valeu do meio escrito para pregar a palavra, exortar com toda a paciência e doutrina (2 Tm 4.2), bem como para combater heresias e erros doutrinários (como fez na carta aos Gálatas), o mesmo não fez de seus escritos algo estranho a si mesmo.

É interessante notar que Deus sempre usou a comunicação para edificar a igreja e libertar mentes cativas. Foi através da leitura que Agostinho, ao se deparar com os escritos de Lutero, despertou para a gratuidade da Graça. Não havia blogs ou redes sociais, o acesso a leitura não era para muitos, contudo não podemos esquecer da grande revolução que a imprensa causou naquela época. Martinho Lutero chegou a dizer que a “a maior graça de Deus na expansão do evangelho” foi a invenção da imprensa.

Ora, a internet não tem sido esse meio de graça? Ora, Deus não continua usando meios imperfeitos para a sua glória e a salvação dos homens? Fica-nos dois grandes desafios.

O primeiro é não fazer um paralelo entre a vida real e uma sociedade virtual, ou seja, entre uma teologia ideal e uma ortopraxia morta. Decerto, já existe um conceito de aldeia cristã global onde há grande interação entre jovens evangélicos do Brasil inteiro que se arriscam a escrever algum conteúdo teológico ou compartilhar materiais dessa categoria. Portanto, que cada frase ou hashtag seja um sinal de coerência quanto a vida piedosa de cada um.

Segundo, é continuarmos a produzir material apologético. Não podemos parar! “Ora, e Deus precisa ser defendido?”, talvez alguns indaguem isso. O missionário e amigo Leonardo Gonçalves respondeu a esta pergunta na obra Blogs Evangélicos - O impacto da vida cristã na internet, da seguinte maneira:

“(...) embora Deus não precise ser defendido, a fé cristã sim. E não foram os anjos que receberam a missão de preservar a mensagem incorruptível e transmiti-la a gerações futuras, e sim a igreja. Não podemos permitir que o Evangelho seja modificado, adulterado, nem aceitar uma mensagem diferente daquela contida nas Escrituras (Gl 1.8). (...) A fé cristã precisa ser defendida dos ataques das seitas, dos movimentos contraditórios e das heresias destruidoras que infestam o nosso país de norte a sul”.

Assim como aconteceu com a chegada da imprensa no século XIV, o rádio e a televisão, a internet tem sido um reduto cultural que vem transformando comportamentos e mentes. Façamos a nossa parte. O Evangelho é contra-cultura! Vivamos e não nos cansemos de pregar o Evangelho e defender a Fé!

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Misael Antognoni

Referência: Blogs Evangélicos - O impacto da vida cristã na internet.